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O quê é a Poesia.
<<Jornalismo Literário>> Eric Costa e Silva. Bem-vindo a minhas letras, todas, ao encontrar seu tempo de leitura é um elo a unificar mundos em um reluzir latente de histórias garimpadas no cotidiano deste seu prosador e poeta. Nesta crônica irás rondar a cada canto da sala dos passos de prosas poéticas perdidas e sob o manto de “bites”. Convido-o a puxar o banco e deixar desarmar-se os escudos dos distanciamentos e se achegar a invisível querência da foz rente do prosaísmo. Sente! Calce as botas de veredas literárias, o nosso encontro, sempre serás, um ato de pertencimento da tribo de quem gosta, lê e quem sabe de forma obstinada, faz ou um dia, fará literatura. Deste espaço espero a sua vontade latende de andar nos meandros das almas a emergir de searas da esfera individual. Nele, tu poderás correr os olhos de leitura sobre as lentes de paredes, um barco e os amontoados de coisas, cujo tempo permite partida e, ao mesmo tempo, encontro de formas, forjadas, forna...
Senta!
Eric Costa e Silva Viverá sem água? No áureo de noventa e sete Antes mesmo da prova para mestre… Pulei! Catrabum na área de verificação? Qual área da memória? No ato, sem relutar, fui Há área da fonte da FCT UNESP. Está descompassado, grita a poesia Poemo entrelaçado naquele tempo Diz o poeta. Naquele rosto estava latente A vontade de ajudar Presidente Prudente Há viver uma era sem o maligno RN22. Presidente Prudente viveria sem água? Meu H vive, pois é cidade viva. O povo tem água nas torneiras? Também tenho ereto Meu dedo na solução. Uma alma chora no Cruzeiro das Almas Quem tem essa vaga lembrança… Põe-me.
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