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Sol em Vestes

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Eric Costa e Silva Boa noite, Amor. Sem sono Veja! Na sua cadeira de hóspedes A mãe ilustração nos observa.   Seu olhar diáfano altivo campeia solidário Ao pé dos nossos ouvidos reluta valores. A intentar na sala de visitas, os abraços de ontem Donde vocifera o olhar O conjunto branco das possibilidades.   Lado a lado, neste lugar de laços fortes Paira a universalidade antiga. Ela se fez presentes nas mudanças, Até mesmo nas casas atuais das oficinas Vive aos olhos de todos a boa e velha prateleira Ela, bem longe dos dizeres escuros dos erros, está posta.   Meninas dos vestidos arco-íris Garotos das vestes e das dezoito espadas seculares Ambos! A quem escolherão os longevos, No ato de ficar serenos com suas mãos perfilados em ombros? É flor fervilhante de brava juventude A prateleira nos dá dois cantos de escolha.   Uma escolha os leva ereto a retidão Dadas em lutas severas dos amigos de Castro Alves Presentes nas incansáveis pelejas; Contra as formas de escravidão. ...

Senta!

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Eric Costa e Silva Viverá sem água? No áureo de noventa e sete Antes mesmo da prova para mestre… Pulei! Catrabum na área de verificação? Qual área da memória? No ato, sem relutar, fui Há área da fonte da FCT UNESP. Está descompassado, grita a poesia Poemo entrelaçado naquele tempo Diz o poeta. Naquele rosto estava latente A vontade de ajudar Presidente Prudente Há viver uma era sem o maligno RN22. Presidente Prudente viveria sem água? Meu H vive, pois é cidade viva. O povo tem água nas torneiras? Também tenho ereto Meu dedo na solução. Uma alma chora no Cruzeiro das Almas Quem tem essa vaga lembrança… Põe-me.

Nova Cultura de Amizade

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  <<Crônica>> Eric Costa e Silva Poucos são os homens e mulheres deste vasto chão denominado de Brasil disposto a compreender profundamente, nossa cultura cotidiana, dada, dentro das relações de amizade e, as suas diversas e diversificadas cores de um arco-íris rarefeito, nas torrentes aluviais tramam um certo ar de desconstrução do outro. A memória de um povo, no plano das relações pessoais tem muitos lugares para marcarem a sua estada, poucos os são os brasileiros a conseguir se desfazer de uma das maiores formas de relacionamentos de amizade abusivos. Não estamos aqui para tecer comentários de relações a envolver dinheiro, pois, para nós, as relações cotidianas de amizade, ultrapassam a tonalidade das moedas e o poder dela advindo. Rume a sua memória para um fato comum, quantas os foram às vezes, onde para lembrar os feitos de um amigo, você se deparou a falar, nas suas conversas cotidianas – em sua maioria das vezes, de momentos do passado, onde grita momentos de fr...

Morro do Bumba: 13 anos de Tragédia Anunciada

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Eric Costa e Silva Para ser exato, estávamos em finais de março de 2010, no Centro Universitário Toledo com o indicativo de um trabalho de tipos e enfoques de reportagens televisivas, solicitado pela Professora Ágatha Urzedo. O trabalho me fez revirar os arquivos de um computador velhinho com anotações antigas de prováveis trabalhos de conclusão de curso de Geografia da FCT-UNESP. Estava em busca daquilo que poderia ser uma pauta, a intuição da prevalência me fazia crer, estávamos em vias de um fato marcante, é o que muitos chamam de faro de notícia. Dali tirei a força motriz para anotações de lugares onde ocorreu na História recente, ocupações de áreas antes destinadas a aterros sanitários para formação de comunidades (as comumente favelas), em especial, as do Estado do Rio de Janeiro. A aula de apresentação e susto Naquela noite a aula transcorreu com especial atenção de todos os alunos presentes, talvez devido ao chamado “toque” de que a matéria a ser estudada seria de vital importâ...

Tantas Perguntas.

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<<Poesia>> Eric Costa e Silva Minha eterna solidão Foste eu, feliz apenas por um dia? Não! Pois, ontem! O anel sobre a mesa Jogado entre os ritos da partida! Vive comigo no presente… Serás este o lugar viscoso A nos faz perceber incautos  De épocas, muralhas de sabor delicioso? Tenho tantas perguntas nesta poesia A elas ajunto outra: Onde andará a rima? As respostas ficam na imaginação Donde as memórias jazem felizes Junto a gota de lágrima  Daquele olhar de primeiro encontro.

Vésper: Choram as Rosas ‘por você!

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Narrativa Curta Eric Costa e Silva Estas linhas, talvez, sejam consideradas um ponto a mais, junto aos traços de minha eterna solidão. Para um poeta esclarecido, a solidão não é a marca primária da tristeza, ao mesmo tempo, a tristeza, também está inserida no conjunto desse sentimento tão difícil de entender, chamado solidão. Há muito tempo, as noites, passo bem acordado para ver no céu uma estrela planeta brilhar e a Vésper batizei com o nome do amor de minha tenra juventude, tudo para guardá-la com mais carinho dentro da minha memória. Todos sabem! A estrela planeta Vésper é sempre a primeira a brilhar no céu, então ao deitar o olhar sob ela, estou voltando no tempo e de certo modo, vejo agora, aquela menina mulher a caminhar pelos corredores do Centro Específico de Formação ao Magistério (CEFAM). Uma das melhores lembranças daquele período, ocorreu no barracão da Festa do Peão no Recinto de Rodeio da cidade de Clementina e, naquele dia, conheci o cantor sertanejo Bruno (da dupla Bru...

Estrela Vermelha: “Presente!

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  Miniconto Eric Costa e Silva Era manhã no calendário de um dos dias de ontem, mas, já ardia nos dias de férias, o mormaço na cidade de Araçatuba e, na casa de Erasmo (imagem fiel deste a escrever estas linhas), tem início, às ponderações rumo a defesa de mudança e fixação definitiva de um dos principais símbolos do Grande Oriente do Brasil (G.O.B). Há época para Erasmo - métrica angular deste a vos escrever estas parcas linha e, tendo como base, as suas arguições solidificadas em sua pesquisa, na qual, ela aponta para uma Nova Configuração em curso das estruturas físicas, climáticos, natural e natural artificial do Planeta Terra. No horizonte, tais alterações como grandes desastres naturais (terremotos, até mesmo em Araçatuba, grandes cheias, secas, tufões e tornados, onde antes, não havia decorrência dos mesmos) devem estar presentes, dentro da organização mais progressista da história da humanidade.  Então, devido os aspectos Históricos de defesa e presença do lado de açõe...

Relógio Áspero

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<<Poesia>>  Eric Costa e Silva Há vários calendários nas vidas Até os nossos dias atuais Para si o homem não descansa mais. Moderna, antiga, cotidiana  Martela e grita o relógio despertador Acorda a corda por querer Até mesmo o criado-mudo. Flores de terras frias Catedrais de outubro passado Capazes não os foram para perceber Ventos fortes necessários iminentes Do desejo de deitar no parque quando escolher. Todavia nos resta a chatice A marmita rala como um sonho Níquel para pagar o boteco e seus prazeres. Felicidade de sorrisos de uma ciência efêmera Grades de uma sala tétrica postas nas janelas das esperanças Casa vazia, sem amigos. Duas belas réstias em choque sempre nos é difícil de aguentar Lá vem outro olhar pronto entre cadeira e mesa separada Voz mansa, cordial até demais. Oh! Casinha do fundo de sonho de ganhar a vida Cansado estamos do não apareceu nada para você Agora é! Querer o ócio criativo Agora é! Nutrir o corpo e suas vontades. 

Tempos Régios.

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 Eric Costa e Silva  Memória de ontem... Boa Noite: Como vai você? Quanto tempo, passa o tempo, a procura de pensar em alguém de tempos atrás? O amor machuca (Love Hurts), essa era a canção proposta por mim para embalar nosso relacionamento, música não aceita por ti. Comecei a trabalhar na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a rotina me fez crer que, neste tempo de certo dia, seria melhor afastar-se de você. Penso... Nos meandros do ontem, quem abandonou, às voltas do altar, parecia não sofrer? Era 1997 e eu sofria, pois estava envolvido em duas investigações, sendo a primeira o atentado de 11 de setembro e a segunda o atentado à vida do então Presidente da República Fernando Henrique Cardoso.  No hoje sua voz passada entra pela mente, e diariamente escuto-a na minha mente. Algumas vezes antes de ir a campo, passava pela sua cidade natal, Clementina. Foi de Clementina que parti para Brasília e estive no grupo dos homens que salvaram a vida do Presidente Fernando H...

Primeira Infância

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  <<Poesia >> Nos dias de ajuda mútua  Às penso em todos os graus  Flores, velas e felicidade. Não é feio ter com graça  uma mão estendida Pronta para ser acarinhada. Quem agora precisa? As mãos de outros,  maio Não! Não se trata de cobrança Sim, um ato de lembrança.  Na verdade, roubado fui Hoje sou refém… Dessa teia chamada, traição.  Primeira Infância é (verso iâmbo ou acentos rítmicos [2,4][∪–].

Rock Rural.

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  <<Narrativas Curtas>> Na vitrola  rock de Haroldo, vagam hoje  o maior mistério da cena brasuca para a  geração da juventude do fim da primeira década do século XXI.  Os sons e todas as cordas das guitarras tocam sozinhas Sa, Rodrix e Guarabira para os tantos Rock, rural. 

O quê é a Poesia.

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  <<Jornalismo Literário>> Eric Costa e Silva.  Bem-vindo a minhas letras, todas, ao encontrar seu tempo de leitura é um elo a unificar mundos em um reluzir latente de histórias garimpadas no cotidiano deste seu prosador e poeta. Nesta crônica irás rondar a cada canto da sala dos passos de prosas poéticas perdidas e sob o manto de “bites”. Convido-o a puxar o banco e deixar desarmar-se os escudos dos distanciamentos e se achegar a invisível querência da foz rente do prosaísmo. Sente! Calce as botas de veredas literárias, o nosso encontro, sempre serás, um ato de pertencimento da tribo de quem gosta, lê e quem sabe de forma obstinada, faz ou um dia, fará literatura. Deste espaço espero a sua vontade latende de andar nos meandros das almas a emergir de searas da esfera individual. Nele, tu poderás correr os olhos de leitura sobre as lentes de paredes, um barco e os amontoados de coisas, cujo tempo permite partida e, ao mesmo tempo, encontro de formas, forjadas, forna...